Leitura inicial
Uma semanaR$ 790- Revisão do que já está escrito
- Seis conversas de escuta
- Lista do que falta no papel
- Encontro de devolutiva
Cinco serviços de RH. Em ciclo fechado ou um de cada vez, conforme a urgência da casa.
Uma folha por posto e a escada de degraus acima dela. Sai com o organograma por turno e a relação de tarefas que hoje ninguém assume.
Perfil da vaga, roteiro de entrevista e ficha de anotação, mais o plano dos trinta dias com padrinho nomeado e hora reservada na escala.
Formulário de uma página por degrau, calendário das conversas de retorno e ficha de registro. Ciclo semestral, com critérios ligados aos degraus.
Turma curta para quem assumiu equipe há pouco: passar tarefa, dar retorno, receber quem chega e conduzir a conversa de saída.
Questionário sem identificação, entrevista de saída conduzida por pessoa neutra e relatório com motivos agrupados, mais plano de três ações com data.

O ciclo é curto porque a casa muda de gente enquanto ele acontece. Cada encontro entrega um documento que já pode ser usado na semana seguinte.
| Quando | Etapa | O que fica pronto |
|---|---|---|
| Semana 1 | Leitura do que existe | Fichas, escalas, mural e avisos. Devolvemos uma lista do que está escrito, do que está combinado de boca e do que ninguém sabe dizer. |
| Semana 2 | Escuta de quem ficou | Conversas de meia hora com quem tem mais tempo de casa e com os coordenadores, sempre em separado. |
| Semana 3 | Funções no papel | Uma folha por posto, revisada por quem ocupa o posto, com o nome de quem responde por cada dúvida. |
| Semana 4 | Acolhida e padrinho | Plano das duas primeiras semanas, padrinho definido e a conversa do quinto dia marcada na escala. |
| Semana 5 | Saídas e plano | Roteiro da conversa de saída, motivos agrupados por assunto e três ações com responsável e data. |
Escolha pelo tamanho da casa e pela pressa: a leitura inicial cabe em uma semana; o acompanhamento tem dia marcado no mês.
Dúvidas que aparecem em quase toda conversa inicial.
Montamos o perfil, o roteiro e a ficha, acompanhamos as primeiras entrevistas e treinamos quem vai conduzir as próximas. Quem escolhe é sempre quem vai trabalhar com a pessoa.
Alguém que não seja o líder direto: outro coordenador, a pessoa do setor de pessoal ou nós, nos primeiros meses. É essa distância que faz a resposta ser útil.
Em salão, entrega e limpeza a troca é mais frequente por natureza do trabalho. Por isso o foco fica na acolhida e no que a casa deixa escrito, e não em tentar prender ninguém.
A parte escrita fica pronta no ciclo de cinco semanas. O efeito na convivência aparece devagar, e por isso oferecemos o acompanhamento com dia fixo no mês.
As conversas são de meia hora, distribuídas em dois dias, e a roda de clima ocupa quarenta minutos por turno. Tudo entra na escala antes de começar.
Fichas de função por posto, plano de acolhida com padrinho, roteiro da conversa de saída, motivos agrupados por assunto e o plano com três ações e datas.

A conversa inicial é de uma hora e não custa nada: ouvimos como a casa recebe quem chega e devolvemos por escrito o que dá para arrumar primeiro.