Consultoria de recursos humanos aberta em 2017, seis pessoas
Somos seis pessoas e atendemos comércio, serviço de atendimento e logística: casas com 25 a 250 funcionários, em que a equipe da ponta troca várias vezes ao ano e o RH é uma pessoa só, quando existe.
Valora é uma consultoria de recursos humanos sediada em Goiânia — GO. Abrimos em 2017 e somos seis: três consultoras que ficam dentro do cliente, uma pessoa que conduz as entrevistas de saída, uma de materiais e o sócio que responde pelas propostas. Atendemos a capital e as cidades vizinhas, com visita presencial em todo ciclo.
Trabalhamos com empresas de 25 a 250 funcionários: redes de conveniência e de alimentação, centrais de atendimento, transportadoras, limpeza e portaria, e lojas de rua com escala de fim de semana. São casas em que a equipe da ponta troca várias vezes ao ano e o departamento de pessoal é uma pessoa que faz também o financeiro.
Todo trabalho começa pela leitura do que já existe e só depois vira proposta. Entregamos por etapas, com uma reunião de revisão a cada entrega e a conferência feita por quem ocupa a função, não pela direção. Ao final ficam os arquivos editáveis, as folhas impressas e duas horas de passagem de assunto para quem vai tocar isso na casa.
Não fazemos folha de pagamento, admissão e rescisão, medicina do trabalho nem defesa em ação trabalhista. Também não somos agência de emprego: montamos o processo de seleção e acompanhamos as primeiras entrevistas, mas não cobramos por candidato colocado e não indicamos quem a empresa deve desligar.

Quem chama a gente
Empresas de 25 a 250 funcionários, com escala e equipe de ponta.
A equipe
Seis pessoas; a consultora que visita é a mesma até o fim do ciclo.
Como corre
Leitura primeiro, proposta depois, revisão a cada entrega.
O que fica fora
Folha, admissão, medicina do trabalho e agência de emprego.
Cinco serviços de recursos humanos, abertos por uma leitura do que já existe
Cada serviço termina em papel que a casa usa sozinha depois: ficha de função, roteiro de entrevista, formulário de avaliação, material do coordenador, relatório de clima. Podem ser contratados em conjunto ou separadamente.
Leitura do que já existe
Duas semanas. Abrimos fichas, escalas, mural e grupo de avisos, e conversamos meia hora com cada pessoa que passou de um ano na casa. Entrega: lista do que está escrito, do que está combinado de boca e do que ninguém sabe dizer.
Fichas de função e degraus de carreira
Uma folha por posto com entregas, conferências e a quem recorrer, escrita junto com quem faz o serviço. Em cima dela, os degraus: o que a pessoa precisa saber para passar de auxiliar a pleno e de pleno a encarregado.
Recrutamento e integração de trinta dias
Perfil da vaga, roteiro de entrevista, ficha de anotação e o plano dos trinta primeiros dias, com padrinho definido por escrito e hora reservada na escala para ensinar.
Avaliação de desempenho e conversa de retorno
Formulário de uma página por degrau, calendário das conversas e registro do que ficou combinado. O ciclo é semestral, para caber em casa que troca de gente durante o ano.
Preparo de coordenadores
Turmas curtas com quem acabou de assumir equipe: passar tarefa, dar retorno, receber quem chega e conduzir a conversa de saída. Cada encontro sai com um roteiro para usar na semana seguinte.
Escuta de clima, saída e plano de ação
Questionário sem identificação, entrevista de saída com cinco perguntas iguais conduzida por quem não é o líder direto, e devolutiva em três ações com responsável e data.
O que dizem as casas que passaram pelo ciclo
Falas recolhidas ao fim de cada acompanhamento, publicadas com autorização.
Definir padrinho com hora reservada na escala foi o que fez a acolhida existir de verdade. Antes era boa vontade de quem sobrava.
As funções no papel acabaram com aquela frase de que ninguém sabia que era com ele.
Recebi os motivos agrupados por assunto, sem nome. Dois deles eu resolvia na mesma semana e nunca tinha ouvido falar.
A conversa do quinto dia com quem acabou de entrar é curta e é a que mais segura gente na casa.
Conte quantas pessoas entraram e saíram no último semestre
A conversa inicial é de uma hora e não custa nada: ouvimos como a casa recebe quem chega e devolvemos por escrito o que dá para arrumar primeiro.